Plug-ins, formatos, cores e modelos…

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Olá pessoal, Meu nome é Cristiano Moura e imagino que alguns de vocês já tenha me visto na coluna sobre Sibelius. A partir deste mês, também estarei por aqui escrevendo sobre Pro Tools, que é na realidade, ao lado do Sibelius, o principal software no meu fluxo de trabalho como produtor musical.

Momento de transição

Desde a versão 8, o Pro Tools passa por modificações consideráveis não apenas nas funcionalidades, mas na filosofia e estrutura de funcionamento do software.

A versão 8 foi a primeira a quebrar conceitos de que a interface deveria ser “intocável”, permitindo ao usuário mudar ferramentas de lugar e colorir tracks por exemplo. Compare nas figuras 1 e 2, a diferença de visual da interface.

fig. 1 - pro tools 7 interface

fig. 1 – pro tools 7 interface

fig. 2 - pro tools 8 interface

fig. 2 – pro tools 8 interface

 

A versão 9 foi um marco, pois até então para se usar o Pro Tools era obrigado a ter um hardware da Avid, o que gerava uma grande frustração do mercado. Nesta versão, esta limitação deixou de existir Ou seja, o hardware e software finalmente se separaram, e hoje é possível comprar apenas o Pro Tools e rodar com qualquer interface e da mesma maneira, é possível comprar o hardware da Avid para rodar com Cubase, Nuendo, Logic Pro, Sonar entre outros.

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Enquanto o Pro Tools 12 e Pro Tools|First não vem – Parte 2

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Conhecendo o Pro Tools|First mais a fundo

Um dos destaques do lançamento do Pro Tools 12, curiosamente, não é o Pro Tools 12 e sim o Pro Tools|First, que é uma versão gratuita da ferramenta e vai abrir uma nova gama de possibilidades produtores, sejam eles iniciantes ou profissionais.
Mais que isso, vai levar gratuitamente a ferramenta para outros profissionais como músicos, compositores, arranjadores, professores e qualquer pessoa interessada em gravar e produzir áudio utilizando algo de renome.
Neste artigo, vamos ver tudo que podemos esperar do Pro Tools|First, e em que momento ele será insuficiente.

O que esperar?

Diferente de outras versões reduzidas lançadas anteriormente como o Pro Tools Free, Pro Tools Express e outros, desta vez a Avid soube dosar melhor o que tirar e o que deixar.
O que quero dizer com isso é que nesta versão optaram por manter as funcionalidades, limitando apenas a quantidade. Um exemplo: no Pro Tools podemos ter até 10 inserts por canal mas no Pro Tools|First no máximo 4, o que sinceramente, é bem razoável.
Com isso, o usuário fica menos frustrado e pode de fato usufruir de todos os recursos que a ferramenta dispõe.

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Pro Tools 11 – Primeiro Test Drive.

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No mês de abril, o Pro Tools 11 foi anunciado e apresentado ao público. Ele ainda esta em fase de teste e deve começar a ser comercializado a partir de julho, mas ainda assim tivemos a oportunidade de testa-lo e este artigo conta um pouco sobre como foi essa experiência.

Histórico: conclusão de um ciclo.

Até o Pro Tools 7.4, a ferramenta era vista como um “software de velho”, “careta”, “antigo” ou qualquer outro termo que tivesse alguma referência com algo ultrapassado. Isto porque seus concorrentes, Logic Pro, Nuendo, Cubase e Sonar já apresentavam conceitos e interface mais moderna enquanto o Pro Tools mantinha sua interface “clássica”. (fig. 1)

fig. 1 - pt 7

fig. 1 – pt 7

 

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